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    A batida do Bruno M nas colunas do “Candongueiro”

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    A batida do Bruno M nas colunas do “Candongueiro”

    No Conexões deste sábado 7 de Março, Quim Fasano recebe no banco do seu “Candongueiro” o cantor Bruno M., conhecido por ser um dos maiores propagadores do kuduro. O músico tem um trabalho marcado por intervenções sociais e caracterizado por mensagens que incentivam a alegria e a convivência positiva entre os jovens, bem como a participação deles no desenvolvimento do país. Formado em Direito, o artista relembra momentos importantes da carreira artística, como a sua passagem pelo Brasil. “Encontrei lá muitos traços da cultura angolana e até interagi com uma escola de samba, onde fiz trabalhos que homenageiam Angola”, conta.

    No Brasil a apresentadora Heloisa Jorge vai à vila de Santiago do Iguape, na cidade de Cachoeira, na Bahia, conhecer a manifestação musical conhecida como samba chula. Pescadores e agricultores da região inspiram-se no quotidiano local para compor e cantar estrofes que traduzem a vida do povoado, com versos que vão do trabalho aos romances e hábitos religiosos. “Não pode faltar o gritador do samba, o tamborim, o pandeiro, a viola, o atabaque e a marcação”, explica o músico Raimundo Ferreira, integrante do grupo Samba de Roda Geração do Iguape.

    Ainda no nordeste brasileiro, a apresentadora Jaqueline Saluvo vai à cidade de Olinda, em Pernambuco, conhecer o trabalho do balé afro Majê Molê, que faz um acompanhamento artístico e social das meninas inscritas no projecto. Com apresentações em diversos países, a acção já se encontra na quarta geração de bailarinas, iniciadas na dança a partir dos oito anos de idade. O aproveitamento de ex-alunas como instrutoras é um dos principais incentivos para as novatas. “Aqui é a minha base fundamental, porque aprendi e hoje ensino sapateado, jazz popular, afro, caboclinho, o que me dá muito orgulho por passar conhecimento para a minha comunidade”, conta a professora Angélica Paz.

    De volta a Salvador, a apresentadora Heloisa Jorge confere o movimento de encontros artísticos conhecido como “Saraus Black”, formado com o intuito de promover a interacção entre apreciadores de leitura, música, pintura e outras manifestações. “Utilizamos a poesia para fomentar a arte dentro das comunidades periféricas da cidade. Aqui todo mundo recita, é aberto para todos e ainda há oficinas para quem é tímido poder desenvolver-se e passar a fazer parte”, explica o poeta Pareta Calderasch, idealizador do grupo Sarau do Gueto.

    No quadro “Universo da Chiquinha”, a desenhista aborda na tira desta semana a questão da auto-estima.

    O “Conexões” é exibido aos sábados às 19:20 horas e repetido aos domingos às 10:55 horas.

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