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    Artista plástico angolano Angel Ihosvanny expõe no Camões

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    O artista plástico angolano Angel Ihosvanny vai expor   a 12 deste mês o conjunto de instalação e pintura “Downtown Now”, no Centro Cultural Português, em Luanda.

    Em nota de imprensa, o Centro Cultural o Camões avança que se trata de um conjunto de 39 obras, na sua maioria em técnica mista sobre tela e papel e uma instalação.

    Em Downtown Now, Ihosvanny regressa ao tema das grandes concentrações urbanas, neste caso de Luanda.

    Angel Ihosvanny Cisnero nasceu na província do Móxico, em 1975. É autodidacta  e integra a nova geração de artistas angolanos nascida depois da independência do país.

    Integrou, desde o início, o movimento artístico denominado  “Nacionalistas”, surgido em 1999. Este movimento continua a ser uma referência no panorama da arte contemporânea africana feita em Angola e inspirou-se em figuras maiores das artes plásticas angolanas, como Viteix, António Ole e Zan. Os “Nacionalistas” foram-se  afirmando também na diáspora, como é o caso de Ihosvanny, Yonamine, Marco Kabenda e Kilwanji Kia Henda.

    Ihosvanny iniciou as suas primeiras experiências artísticas em Cuba, onde viveu alguns anos. Foi também aí que fez  as primeiras  exposições.  Ganhou maior notoriedade com a participação na Trienal de Luanda, em 2007.

    Actualmente  divide o seu tempo e o seu trabalho entre Barcelona e Luanda. 

    A pintura e  videoarte são as suas principais linguagens artísticas. A sua série de video “Noise”, que aborda a temática do consumismo que caracteriza o actual mundo  globalizado,  teve um considerável impacto, não só em   países africanos, como na Europa e Brasil.

    Em 2010, na sua primeira exposição individual em Portugal “Noise”, o artista já tinha abordado o mesmo tema, focando-se no ruído que caracteriza a cidade.         

    No seu percurso conta com mais de uma dezena de exposições (individuais e colectivas) apresentadas em Angola, Portugal, Espanha, Brasil, Itália, Uganda, EUA, França.

    Marcou presença na Bienal de Veneza em 2007, na Trienal de Luanda de 2007 e de 2010.   Participou em diversas residências artísticas, em Angola, Portugal e S. Tomé e Princípe.

    Os seus trabalhos constam das colecções de Sindika Dokolo, da Fundação  Ellipse em Lisboa e da “Works held in private collections in Angola, Portugal and England”.

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