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    Bangão, Proletário e Eddy Tussa encerram jornada do Dia da Cultura Nacional

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    Os músicos Bangão, Proletário, W King e Eddy Tussa tiveram na noite desta terça-feira o privilégio de encerrar, na Marginal do Sumbe, as actividades programadas no âmbito do 8 de Janeiro, Dia da Cultura Nacional.

     

    O espectáculo, que juntou valores da música local e convidados de peso no music hall nacional, movimentou centenas de fãs ao maior palco de espectáculos do Sumbe, sendo dominado maioritariamente pelo semba, a bandeira da música angolana.

    Aberto por artistas locais, entre os quais, Nolasco do Rosário, Alcenio Morais, Mister Tembo e Ti Cardoso, o show teve a sua maior explosão com as subidas em palco de três das grandes referências do semba, nomeadamente Bangão, Proletário e Eddy Tussa.

     

    Chamado ao palco para fazer as honras da casa, tratando-se de um filho do Kwanza Sul, Proletário passou em revista alguns dos seus temas de sucesso, com destaque para “Kizombas”, “Kimbombeia” e “Scania 11”, esta última cancão com a qual encerrou a sua actuação para deixar lugar a Bangão.

     

    Ao seu estilo habitual e com toda sua “banga”, Bernardo Jorge, ou simplesmente Bangão deixou em palco o perfume do seu semba, tendo na passada interpretado, entre outras, “Dioguito” e “Kakixaka”, música com a qual encerrou a sua exibição para deixar o palco à disposição do jovem Eddy Tussa.

     

     

     

    Bastante aplaudido pelo público, Eddy Tussa tratou de confirmar as razões de ser um dos artistas da nova geração cujo sucesso é reconhecido pelo país. Com “Givunda”, “Amor a Mwangole”, entre outras, mexeu e remexeu com a plateia, aproveitou a passada para sacudir o frio e preparar o corpo para ouvir e ver uma referência do kuduro.

     

    W King, artista aquém coube a responsabilidade de fechar a jornada teve 15 minutos para mostrar a força do kuduro e levar o público a soltar-se, mostrando que o ritmo mexe com todos os estratos da sociedade angolana.

     

    Sob o olhar atento da ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, e do governador provincial do Kwanza Sul, Eusébio Teixeira, o jovem kudurista voltou a confirmar ser um dos melhores da actualidade no mercado do kuduro.

     

    O 8 de Janeiro, Dia da Cultura Nacional, foi aprovado por decreto nº 21 e publicado no Diário da República nº 87, I série, de Novembro de 1986, em homenagem ao discurso sobre a Cultura Nacional, do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto.

     

    Em 1979, o poeta e Presidente Agostinho Neto, durante a tomada de posse dos corpos gerentes da UEA, fez uma abordagem sobre a Cultura Nacional, que de então a esta parte passou a ser referência fundamental em todas as discussões sobre a Cultura angolana.

     

    Em reconhecimento ao seu pensamento relativamente aos problemas que se prendem com a cultura nacional, bem como a importância que a cultura possui como um dos elementos constituintes do substrato da unidade nacional e factor essencial na afirmação da soberania do país e promoção do desenvolvimento, foi instituída a data.

     

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