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    Beth Tavira nasceu para a música

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    Elizabeth Fernanda Mendes Coelho Tavira já nasceu com o gosto pela música, quando criança era considerada a artista de casa, que sempre gostava de dançar e cantar, fazia-o para animar as pessoas e hoje vive da música.

    Antes de ser cantora foi bailarina, os anos passaram e o gosto pela música falou mais alto. A primeira oportunidade surgiu quando conheceu Osvaldo Monteiro, músico santomense, que aos 16 anos apresentou-a aos manos Nho e Nhunha, a partir daí, começou a trabalhar com eles. Na altura fazia dueto com Juliana Gonçalves, infelizmente já falecida, juntas faziam os coros das músicas deles. Eram um duo que depois passou para trio, com Denise, depois de um tempo decidiram seguir carreira á solo.

    Participou pela primeira vez na “Gala Sexta-Feira”, aos seus 18 anos. A sua primeira actuação á solo foi no concurso “Angolatina”, organizado pela Embaixada de Espanha, uma conexão Angola-Espanha. Entre cinquenta (50) concorrentes foram apurados dez (10) e Beth ficou entre os três finalistas, com composição própria em espanhol. A Banda Movimento decidiu ser a banda que ia acompanhar na grande final, depois de a ver ensaiar, e conseguiu assim arrecadar o segundo lugar no concurso em 2002. Passou a ser muito solicitada para fazer trabalhos em estúdios, coros para músicas de outros artistas até ao momento.

    Foi chamada pela primeira vez para fazer coro no show da cantora Patrícia Faria, acompanhada da Banda Movimento. Foi chamada para fazer parte da Banda Movimento da Rádio Nacional de Angola onde continua a trabalhar.

    “A Banda Movimento é uma escola, cresci muito e aprendi muito, sempre desejei fazer parte de uma banda e cantar ao vivo, Deus me concedeu essa graça. É sempre bom trabalhar com a Banda Movimento, aprendi a cantar em kimbundo, algo que não sabia. A Banda Movimento é uma marca por ser uma banda que prima pela originalidade da música angolana com o semba, kilapanga e diversos outros estilos musicais angolanos”

    Simples, brincalhona, comunicativa e super à vontade, a cantora ocupa os seus tempos livres a ler e ouvir música. Seven, também artista, é o seu produtor; a cantora será o primeiro produto que a produtora pretende tirar. A carreira á solo sempre representou um sonho, a sua prioridade agora é divulgar o seu trabalho e, dedicar-se a sua carreia á solo. “Marido bom”, “Bom Coração” e “Perdoa” são as músicas que já se ouvem bastante nas rádios. Trabalha com Seven (produtor) e Rei Webba, responsável pela implementação na música, com quem afirma ter uma parceria boa e tem funcionado bastante bem.

    As suas músicas acabam por afectar a sociedade, “Marido Bom aconselha as mulheres a valorizarem os seus maridos”. A cantora sente o feed back nas redes sociais e nas rádios, “As músicas estão a ser bem aceites, as pessoas gostam, as músicas têm um ritmo bastante convidativo”.

    Já apresentou algumas das suas músicas a um público limitado. Este ano foi ela que fez a abertura de um Show de Anselmo Ralph no Cine Atlântico, o público recebeu-a bem.

    No seu estilo admira a cantora Ary, com quem também trabalha fazendo coros nas suas músicas. Yola Semedo, Nsoki e Selda representam uma fonte de inspiração.

    Beth está preparada para levar a sua carreira á solo a bom porte, não tem medo de arriscar “É preciso lutar e batalhar para vencer, o álbum é o meu principal objectivo. A meta é fazer com que as pessoas se revejam nas mensagens das suas músicas”.

    No estilo kizomba, kilapanga, ghetto zouk, a cantora é bastante versátil, canta de tudo um pouco. Sempre gostou do estilo ghetto zouk, ganhou o gosto pelo estilo musical da terra através da Banda Movimento. Apesar do mercado imediato, Beth arrisca pois é uma mulher de muito talento.

     

     

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