Covid-19 enluta jornalismo angolano “arrancando” Paulo da mata Luanda

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vítimas da pandemia da Covid-19, e serão sepultadas hoje num acto restrito, cumprindo as regras de biosegurança determinadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para casos do género.

Paulo da Mata, como era mais conhecido, deixou outro repto aos seus amigos e seguidores na rede social acima menciona- da, dias antes, isto é, no dia 7 do corrente mês. Recorrendo a um trecho de uma música de Rosita Palma, numa das línguas nacionais, escreveu: “na curva da pandemia (…) não vamos nos distrair, porque o inimigo está à espreita”.

O radialista João de Almeida, da Rádio MFM, que privou com o malogrado durante 32 anos, vagueou pela memória em busca de recordações do tempo em quem ambos eram funcionários da Rádio Nacional de Angola (RNA).

Em declarações a OPAÍS, disse que na época trabalhava para a RNA em Benguela e o Paulo da Mata na sede, em Luanda.

Na época, conversavam essencialmente sobre radiodifusão e rádio jornalismo, que era uma coisa que Paulo da Mata dominava muito, e nasceu uma grande amizade.

Posteriormente, ambos seguiram caminhos diferentes, toda- via, mantinham contacto per- manente. João de Almeida “Ainda me lembro que na altura em que está- vamos a montar as estruturas editoriais da rádio MFM, ele disse-me que era um dos pro- gramas que eu tinha de “roubar”

corda que quando regressou ao país, depois de alguns anos na diáspora, voltaram a estar juntos no programa da Rádio Mais Conversa Com Vagar, que era um dos líderes da audiência nas manhãs de Domingo.

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