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    Movimento LEV ́ARTE analisa vida e obra de João Melo no tradicional evento de poesia Eu Vivo

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    O Movimento Lev ́Arte vai realizar nesta Quinta-Feira, dia 04 de Junho de 2015, às 19h, em 13 províncias, mais uma edição do tradicional evento de Poesia Eu Vivo. Poetas, trovadores e declamadores darão vida a poética de João Melo através dos seus poemas.

     

    O evento Poesia Eu Vivo que acontecerá nas províncias de Luanda, Bengo, Bié, Cunene, Huambo, Huíla, Kwanza Norte, Lundas Norte e Sul, Kuando Kubango, Malanje, Moxico e Uíge, será consubstanciado com recital de poesia, trova e leituras sobre a vida e obra de João Melo.

    Sobre o Homenageado

    João Melo estudou Direito em Portugal e em Angola. Licenciou-se em Comunicação Social e fez o mestrado em Comunicação e Cultura no Rio de Janeiro.

    Como jornalista profissional, trabalhou na Rádio Nacional de Angola, no Jornal de Angola e na Agência Angola Press.
    Membro fundador da União dos Escritores Angolanos, actuou neste órgão como secretário-geral e presidente da Comissão Directiva. Actualmente, dirige uma agência de comunicação privada.

    Adoptando, sobretudo ironicamente, a temática dos rumos do processo histórico angolano, publicou doze livros de poemas:

     Definição (1985)
     Fabulema (1986)
     Poemas Angolanos (1989)
     Tanto Amor (1989)
     Canção do Nosso Tempo (1991)
     O caçador de nuvens (1993)
     Limites e Redundâncias (1997)
     A luz mínima (2004)
     Todas as palavras (2006)
     Autorretrato (2007)
     Novos poemas de amor (2009)
     Cântico da terra e dos homens. Lisboa: Editorial Caminho, 2010. 
Acrescentam-se à sua produção literária cinco livros de contos:
     Imitação de Sartre e Simone de Beauvoir (1998)
     Filhos da Pátria (2001) 
Esta obra compreende em dez contos, nos quais são narrados eventos referentes a Angola pós-independente. Esse território apresenta filhos com suas particularidades, num espaço tão singular que é a periferia de Luanda, ou seja, os musseques. Moradores de casas de areia, esses seres oprimidos vivem à margem da sociedade, buscando meios de sobreviver ao processo político-económico excludente. 
O autor dá destaque a esses meios de sobrevivência. Realiza esse feito denunciando as práticas marginais dos sujeitos de sua história. 
E um ensaio jornalístico:
     Jornalismo e Política (1991)

     

    Mais informações:
    Movimento Lev ́Arte +244 925 84 29 96

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