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    PME estão na base do crescimento angolano: infra-estruturas, acesso e formação, são a chave para o desenvolvimento

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    Luanda, 27 de Abril de 2015 – O sector das tecnologias de informação em Angola tem registado nos últimos 10 anos um crescimento anual de mais de 55%, alcançando 14 milhões de consumidores. De acordo com César Pinheiro, Director Geral da Microsoft Angola, isto representa uma grande oportunidade. “A juventude angolana é o nosso maior estímulo e à medida que o país se distancia da dependência do petróleo, a Microsoft encontra-se bem posicionada para lidar com a falta de recursos qualificados e o desenvolvimento de infra-estruturas, contribuindo assim para um aumento do potencial do país” afirma César Pinheiro.  

    À medida que as tecnologias ganham mais adeptos angolanos, que as utilizam pela primeira vez, a Microsoft oferece ferramentas e serviços (Windows, Office, Azure) numa plataforma privada, segura e confiável, a cloud, que permite que os utilizadores optimizem a sua utilização da internet. Com esta diversidade de serviços e ferramentas, a Microsoft estimula a inovação e empreendedorismo apoiando o desenvolvimento de ferramentas para a empregabilidade e competitividade, promovendo o acesso a dispositivos e banda larga. Estes esforços em conjunto procuram acelerar o desenvolvimento económico e o aumento de conhecimento tecnológico.

    A presença da Microsoft em Angola é relativamente recente, estando presente no país há cerca de seis anos. Contudo, as relações de César Pinheiro com Angola são estreitas. Nasceu em Angola, estudou em Portugal e trabalhou no sector das tecnologias de informação onde adquiriu a sua experiência e retornou a Angola, o seu país natal. “Dos meus 18 anos de experiência, os mais gratificantes foram os seis que passei em Angola, pois senti que estava a ajudar o meu país a desenvolver-se e a tornar-se um lugar melhor para os seus habitantes,” afirma César Pinheiro.

    O maior desafio que o Director Geral da Microsoft identifica é a falta de recursos qualificados no país e as estruturas pouco desenvolvidas, especialmente no que diz respeito às comunicações. Para além disso, os custos operacionais de negócio são altos e a descida do preço do petróleo está a ter um forte impacto na economia angolana. Contudo, a economia do país começa a diversificar-se e a distanciar-se da dependência do petróleo, criando mais oportunidades para as PME crescerem com a ajuda das tecnologias. Para além disso, o facto de mais de 48% da população estar abaixo dos 15 anos representa uma oportunidade significativa para alavancar a presença das tecnologias, pois esta geração terá de desenvolver as suas competências nesta área.

    A Microsoft entrou no mercado angolano focada nas empresas, mas tem vindo a alterar o seu foco para satisfazer o segmento de mercado das PME. “As PME são um segmento de mercado onde vamos poder assistir a um crescimento muito rápido nos próximos anos” explica César Pinheiro. “Apesar do desafio e das despesas estamos a assistir a cada vez mais associações de jovens empreendedores em Angola”.

    É por esta razão que César Pinheiro acredita na iniciativa Microsoft’s4Afrika. Lançada em 2013 e para dar uma resposta activa na competitividade económica de África, o projecto 4Afrika foca-se em três pilares chave: inovação, competências e acesso. O objectivo é habilitar os cidadãos a tornar as suas ideias realidade através do acesso aos dispositivos e serviços correctos, formação e orientação.

    César Pinheiro acredita que Angola está bem posicionada para desenvolver competências no país através doMySkills4Afrika, um programa desenvolvido para o 4Afrika e que reúne os colaboradores da Microsoft de todo o mundo para partilharem as suas competências nos mercados emergentes. “O nosso lançamento foi marcado pela apresentação do MySkills4Afrika, onde tivemos a nossa primeira sessão de formação. Isto é apenas o começo do que esperamos que seja uma forma de possibilitar que inúmeros angolanos tenham acesso a tecnologia e formação, uma necessidade premente que temos para desenvolver o país” explica César Pinheiro.

    O Director da Microsoft Angola está optimista em relação ao acesso e desenvolvimento de competências, que vai a combater o fosso existente, quando se fala na adopção de serviços mobile e cloud no pais. Actualmente a penetração de telemóveis em Angola está nos 70%. César Pinheiro acredita que as empresas de telecomunicações, em conjunto com a formação, podem ter um papel importante no aumento da taxa de penetração. Em simultâneo, apesar de reconhecer que a absorção de serviços cloud em Angola tem sido lenta, salienta que tem vindo a crescer de forma rápida em relação ao ano passado e acredita que esta tendência continue nos próximos anos.

    “Os serviços cloud estão disponíveis em Angola há pouco tempo, e este factor em conjunto com a falta de notoriedade, manutenção e infra-estruturas tem contribuído para uma implementação lenta”, afirma César Pinheiro. “Tudo isto faz parte do trabalho que queremos desenvolver no país para assegurar que todas as pessoas conhecem, sabem utilizar e aderem ao cloud. Estamos a desenvolver uma base de serviços e infra-estruturas para que os nossos clientes e parceiros possam beneficiar a longo prazo”.

    Para além do trabalho no sector privado, César Pinheiro refere que tem havido uma modificação nas mentalidades dos cidadãos angolanos em relação às tecnologias de informação e um grande desenvolvimento no sector público. De realçar o Portal do Governo que oferece serviços digitais para os ministérios e institutos públicos, bem como serviços para a população em geral, que permitem uma melhor integração entre as partes intervenientes. O sector público está a criar condições para que as PME angolanas se desenvolvam. César Pinheiro afirma, “Temos inúmeros projectos com o Governo, tais como o Centro Nacional de Dados e é muito bom poder dar o nosso contributo para uma boa relação entre ambas as partes. Contudo, para ter um impacto maior, necessitamos de pôr em prática com maior rapidez os nossos planos para melhorar os serviços dos cidadãos e a relação entre estes”.

    César Pinheiro vê como sua missão “Não apenas manter o escritório da Microsoft, mas ajudar o país a ser um sítio melhor para viver e para desenvolver os recursos que necessitamos criando um impacto ainda maior”. Para alcançar o seu objectivo continua a basear-se no que aprendeu até hoje – adaptar-se às circunstâncias, estar no topo do desenvolvimento tecnológico e não se acomodar. É com este mindset que Microsoft Angola trabalha para alcançar o seu objectivo – aumentar a importância da empresa no local e cooperar com Angola para a criação de uma sociedade tecnológica que possa beneficiar a empresa, as PME e a população em geral. “Vai ser uma grande conquista se conseguirmos atingir estes objectivos para mim e para a equipa pois sei que no final ajudamos no desenvolvimento da sociedade angolana,” conclui César Pinheiro.

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