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Angola:Diploma, informação e notas

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Desde os tempos de creche (para alguns), de ‘‘pré-cabunda’’ ou a fase de ir a explicação para aprender a fazer uma bolinha com um traçinho, originando à letra «a», educadoras, professores e outros sempre indicaram o quanto importante é domínar, compreender e estar habilitado em tudo o que estudar, para posteriormente não ser stopped por um insignificante obstáculo. Mas por que razão estes messieurs advertem desde a fase inicial pontos que para este nível pode se parecer insensível e o que aspiram finalmente ? Cada um de nos tem uma resposta para esta questão, mas vamos tentar partilhar uma única, aquela que nem aos olhos sujeitos a distracção, passa. Bem, aqui vamos, tem-se visto regularmente e consideravelmente novos diplomados a sairem das escolas ou se preferem de faculdades e ou universidades e outros ainda entrando no País, com diplomas (outros sem o diploma,), poucos, mas um numero bem limtado com informações, e 90% com notas boas ou excelentes e sem conteúdo. Mas esta triste verdade e à maior percentagem dos diplomados, é também ainda a maioria da população activa empregada.

 

A problemática desta, veracidade, se assim posso dizer, é traduzida na situação actual de Angola, da nossa mãe Terra, um País com um potencial em recursos naturais invejável, mas carente da massa cinzenta – recursos humanos, não há isso, dada a sua ausência, não tem como explorar, gerir, levar a bom porto os casos nacionais. Resultado, até o momento as operações comerciais-internacionais de Angola são baseadas principalmente no petróleo e diamante e com transformações limitadas, riqueza natural há-de acabar algum dia, e acredito – mas não o quero, que vai levar com ela muitas nações africanas, particularmente Angola – minha mãe, e isto porque ao invés da sociedade preocupar-se, como esta a fazer actualmente, formar-se, não somente inquietar-se à aprovar, ter boas notas, mais primeiro, ter informação, ter bagagem – a mala não tem mais valor que os bens pessoais que nela contém, então o diploma não vale mais que a informação carregada na cachimónia, vale mais ter 10 pts num exame e outros 10 pts de informação consigo no lugar de 17pts e 3 pts de informação.

 

 

Acabou, nova fase, nova Angola, é necessário avançar, desenvolver, deixar a vaidade, ilusão p’ra fora, arrogância, chega! O País não quer isso, precisa competência, capacidade, e isto temos o suficiente, o problema esta no desejo fácil que alveja-se, viver mal a cultura dos outros, quando estes vivem a nossa e melhor, depois que os estrangeiros estão a ser priorizados(…), estes são nossos irmãos, entendendo o Livro Sagrado, diz para receber o estrangeiro em sua casa, dar de beber e comer, então não ficar pela prioridade(…),‘‘uma mãe não prioriza o Pai quando o filho esta na mesma condição’’, informar-se para avançar, abaixo o familiarismo, viva a oportunidade justa para quem merece e para todos.– Angolanidade

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